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Depois que você começa a ver, percebe que os sinais sempre estiveram presentes.

Já observou se a linha média da face do seu bebê (da testa ao queixo) está centralizada? Se o formato da cabeça está arredondado? Como é a postura dos lábios em repouso, um lado maior que o outro? A altura e tamanho dos olhos são iguais? O formato das orelhas e altura coincidem? Uma bochecha é maior que a outra? E a abertura da boca no bocejo ou choro? O corpinho fica relaxado?

E dentro da boca? Os rebordos gengivais são simétricos? Ou o ângulo de um lado é mais fechado que o outro? A língua se movimenta ou não se eleva no centro? Quando chora, a língua sobe de maneira assimétrica? O queixinho está muito pra trás? E o excesso de gases?

Você também pode observar outros sinais: o bebê chora ou fica irritado sempre quando vai mamar em um determinado lado; a cabeça vira mais de um lado que o outro; ele joga a cabeça pra trás; o corpinho fica em extensão quando dorme; um braço não mexe tanto quanto o outro ou ainda, ele fica inquieto enquanto mama ou está no colo.

Então, tudo isso são sinais. E existem muitos mais!

Quando existe assimetria externa normalmente também é interna. Todos esses fatores também estão relacionados com a língua.

Na assimetria, toda cadeia muscular estará em desequilíbrio, havendo encurtamento de diversos músculos. Caso o frênulo também esteja alterado, pode prejudicar essa liberação muscular.

Por isso, a odontopediatra precisa realizar a frenectomia para a fisioterapeuta/osteopata trabalhar essas fascias.

Em bebês, quanto mais precocemente fizermos esses ajustes, mais rápido serão as respostas, com melhoria na qualidade de vida para a criança e seus pais.

Se você ficou com dúvidas ou já reparou algum desses sinais no seu bebê, procure um fisioterapeuta/osteopata e a odontopediatra com atendimento especializado em bebês.

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